sexta-feira , 19 dezembro 2014
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Vendas no varejo crescem 2,60% em um ano, apura SPC/CNDL

Agência Estado

Crescimento deve ser considerado como moderado, um vez que em novembro do ano passado foi registrada expansão de 8,26% em relação a igual mês de 2011

Agência Estado

As vendas no varejo cresceram 2,60% no mês de novembro na comparação com novembro de 2012, informou, nesta quarta-feira  (11), a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). A análise das duas empresas é de que esse crescimento deve ser considerado como moderado, um vez que em novembro do ano passado foi registrada expansão de 8,26% em relação a igual mês de 2011. Para a CNDL/SPC, o cenário de desaceleração das vendas a prazo em 2013 reflete principalmente os efeitos da alta de juros e a inflação dos alimentos.

Na comparação com outubro, houve queda de 3,62% nas vendas no varejo. O SPC avalia que as vendas de novembro são tradicionalmente mais fracas que as de outubro por causa do Dia das Crianças, que contribui para o aquecimento da demanda interna. No acumulado do ano, as vendas registram alta de 4,23% na comparação com janeiro a novembro de 2012.

A inadimplência subiu 0,75% em novembro ante outubro. Economistas do SPC consideram que a alta foi inesperada, principalmente porque novembro é, historicamente, um mês que tem como característica o recebimento da primeira parcela do 13º salário, ou seja, é quando os consumidores assalariados aproveitam para quitar dívidas em atraso.

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Já a inadimplência em novembro ante novembro de 2012 caiu 3,22%. A retração é a maior já registrada na série histórica do SPC Brasil, que considera inclusões de CPFs de consumidores inadimplentes desde janeiro de 2012. O índice leva em conta mais de 150 milhões de consumidores cadastrados em 1,2 milhão de pontos de venda em todo o Brasil. “Com juros mais altos, os bancos se tornaram mais criteriosos para conceder empréstimos. Este cenário resultou na desaceleração acentuada da inadimplência no segundo semestre do ano”, avalia o presidente do CNDL, Roque Pellizzaro Junior.









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